insônia, depressão, música, literatura,
crônicas de alcoolismo e declarações de amor
Terça-feira, Maio 30, 2006
Junis et circensis
O filme
O Argentino que Derreteu a Jules Rimet terá apresentação nesta quinta-feira, dia 1º, às 20 horas, na Cinemateca. Divertido, pra dizer o mínimo. Faço uma ponta. O filme é do Jota Eme. É também a última aparição no cinema do genial Paulo Friebe, que nos deixou recentemente.
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O show do Maxixe Machine, que rolou nesta sexta última, no Sesc da Esquina, é digno de nota. Só com músicas de futebol, parte de uma série de atividades sobre o tema promovida pelo Sesc semana passada. Filmes, palestras, etc. Esqueci, e só fui no show. Muito bom. O disco novo dos caras tá quase pronto e vai ficar legal, com certeza.
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Frio junino à flor da pele dos meus casacos. Meu mês do ano favorito. A primeira das muitas atividades típicas do mês aconteceu no Carlão. Aguardo as fotos da moçada, à base de quentão, pinhão, cachorro quente, cerva e vinho. Sonzera. Parabéns ao Carlão, mais um aniversário de prima.
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Vai começar a Copa. Vamos aproveitar os dias de jogos do Brasil pra ensaiar, ganhando tempo considerável com isso. Na primeira fase, ao menos. Fora os jogos do escrete canarinho, quero assistir alguns outros, especialmente Portugal e Angola. O bicho vai pegar. Quanto à seleção, muita badalação, quero só ver...
postado por: FLÁVIO JACOBSEN 2:54 PM
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Segunda-feira, Maio 15, 2006
Continua lindo
Estou chegando do Rio de Janeiro. Da beleza e do caos, só a beleza. Tesão demais ficar com aquele bando de loucos em uma mansão art noveau, com piscina, no Cosme Velho, motorista a disposição praticamente full time, comendo e bebendo industrialmente nos melhores restaurantes dos melhores lugares na faixa. Sete dias que não podiam ser melhores.
Jota Eme, Mali Blue, Flávio Bombazar, Ângela Meschino, Nelsão e Thais, mais uma galera. Todos insanos e perigosos.
Engana-se quem acha que não dispensei toda essa mordomia, hora ou outra em que não estava filmando ou dando uma força com a galera da produção, pra andar por tudo aquilo na moral. Estas foram as melhores horas, em Ipanema/Leblon, depois Copacabana, depois de ônibus pra degustar chopes pela Lapa e Cinelândia: os melhores lugares do mundo, não pela ordem, trocadilhos à parte. Mais uma vez, nota dez no quesito camaradagem praquele povo. Salve, simpatia.
Não deu pra ir visitar o Leprevost (na próxima tô na área, Lepreva!) nem tomar umas com o Fawcet. Mas, devo voar de novo pra lá em breve, na estréia do filme, vamos ver. Lugar do caralho. Saudade. Valeu, Jota Eme. Eu (cínico) realmente faço tudo pelo cinema nacional.
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Enquanto o PCC toca fogo no país, sai a lista do Parreira. Deus do céu, o que esse cara quer com tantos cabeças-de-área. Me desculpem, mas isso é burrice ou covardia. Não vem com essa de precaução e tal. Pior é não levar o Alex e ainda levar o Ricardinho, que tem pelo menos uns trinta caras ali pra fazer a merda de função que ele faz (ou seja, puxar o saco do técnico). Sem poesia. Sem chance.
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Falar em poesia, a lasanha de ontem lá na mãe foi tudo. Marco, você não foi. Desnaturado.
postado por: FLÁVIO JACOBSEN 5:09 PM
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