quebre!

Links

100sal
De Inverno
Amigos de Ramirez
Remoto Controle
Mário Bortolotto
Sinestesia

sonho

realidade

quebradêra

Quebradêra F.C.

insônia, depressão, música, literatura, crônicas de alcoolismo e declarações de amor



Quarta-feira, Abril 28, 2004

Abstêmio

Está na rede o site Antifonia, do Renato. Ficou duca e tem animações e vídeo pra quem quiser ver, e sons e tudo que o vagabundo do Larini faz muito bem. Me dei conta de que faz coisa de uns oito meses que não falo com o cara. Bem, faz um tempão que não vejo nem minha mãe. Ela ligou hoje cedo. Vou te contar...

...

Quer saber? Não ando muito afim de sair da toca mesmo. Vou entrar um longo período sem beber e fumar, ao menos em dias úteis. Concentração, que a temporada (pelo menos a minha) vai começar em breve. Sem saúde não dá pra fazer tudo que eu faço. Não tentem fazer, é radical.

...

Relendo coisas. Agora, a vez é de Paris é uma Festa, do Hemingway. Qualquer hora publico algum trecho por aqui. Eu gostei e gosto muito desse livro de contos, crônicas e narrativas do velho glutão na França dos anos de 1920. Aprendi muito. Ele fala de convivas locais que vão de Gertrude Stein e Ezra Pound a Aleister Crowley. Duca.

...

O médico me recomendou não olhar o saldo bancário, não passar nem perto de coisas gordurosas e ficar longe do Atlético. Porra, que merda. Sem dinheiro, sem mulher e sem drogas. Quá, quá, quá... é piada... é piada. Não comecem. Mas é boa, né?

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 3:49 PM Comentários:



Segunda-feira, Abril 26, 2004

Enfim, frio

A guitarra falou pra caralho fim de semana. Bom. Essa é a boa notícia. A ruim é que: porra, íamos tocar na festa lá do Roxinho, mas a Skol tirou o patrocínio e mais uma vez a festa não sai. Vão transferir para o segundo semestre. Fazer o quê? Continuar trabalhando. O Pipo foi lá e deu umas idéias bem legais e acho que está mais do que na hora de ouvir opiniões. Foi legal o encontro de sábado. Velhos amigos/irmãos bebendo de bem com a vida, depois de um ensaio pra lá de proveitoso.

...

Muito bom quando chega o frio. Tem gente que não gosta. Acho engraçado. Encaro o frio com o mesmo entusiasmo de quando chega o calor. Cada coisa a seu tempo. É legal sair agasalhado, a 8 graus de temperatura, sob um nevoeiro denso. Adoro este clima. Assim como é genial calçar umas havaianas e sentar em botequinhos ao ar livre olhando para as barriguinhas das meninas, quando esquenta. Mas tem gente que reclama de tudo mesmo, não adianta. Se fôssemos como os animais ou as plantas seríamos melhores, tenho cada vez mais certeza disso. Pô, meu sobretudo é uma das roupas que mais gosto. Quem não gosta de frio, vai morar em Salvador e ouvir axé, porra. O Brasil é lindo. Deixem o Brasil ser tropical e ter seu lado sul friozinho, ok?

...

Ontem o SBT passou Eyes Wide Shut, do Kubrik. Sabe que gostei da dublagem? Bem, dublagem é sempre ridículo, claro, mas a do SBT, como disse a Juliana, é a mais besteirenta. Não cortam termos do tipo fuck, por transar, Ou sun of a bitch por filho da mãe. Quanto ao filme, sou suspeito pra falar, já tinha visto na telona e gostei pra caralho. Mestre é mestre.

...

Voltando ao sábado, grande show acústico do Cores de Flores, no Korova. Engraçado como a banda não perde em nada no formato dois violões folk e bateria. Muito bem trabalhado. E que voz...

...

Agora, eu não volto mais naquele barzinho filha da puta. Lugarzinho de gente escrota e pau-no-cu. Vai tratar mal a tua mãe, balconista vagabunda. Odeio indiezinho se achando descolado e diferente. Enfia o Portishead no rabo (nada contra a banda da Beth). Gente escrota. Fico com Adoniran Barbosa e B.B. King, gente simples e de bom coração. Não é à toa que o Carlão e a galera já tinham brigado lá. Mexeu com o Carlão, mexeu comigo. Vai encarar?

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 5:05 PM Comentários:



Quinta-feira, Abril 22, 2004

Cores vivas em um fim de semana cinzento

Cheguei na mesma noite e a luz já estava religada. Foi vacilo. Memória. Não dá pra vacilar com a Copel, já dizia Roberto Requião. Pelo menos eles foram rápidos. Uma manhã sem luz bastou para instalar-se o caos em minha apagada mente.

...

Tá virando novela este troço da minha guitarra. Que merda. Devia ter ido na Loja do Músico direto. Agora, fica essa enrolação do carinha tremedeira, lá. Já paguei, ele não arrumou, trocou uma pecinha e continua dando pau. Vou hoje lá e dane-se. Queria meus vintão de volta, pelo menos.

...

Putz, minha caixa postal encheu de domingo pra cá. Cheia de piadinhas coxas brancas. É duro ser um rubro-negro ilustre. Resignado, eu agüento. Preço da fama. Na esportiva. Quero ver a mesma esportiva quando houver o troco. Me aguardem.

...

A festa do Roxinho foi sacramentada esta semana. Black Maria, DJóia Telma e, provavelmente, Gruvox. Só depende do cachê. Se o Márcio abrir a mão, tocamos. Como iria ser bom estrear em equipamento de primeiro mundo, como ano passado. Se rolar, vai ser duca. 15 de maio, na Sociedade Portuguesa. Uma semana depois do CPF, que já entra em contagem regressiva desde já. Quem viver, verá e ouvirá.

...

Se alguém tiver ingressos para o Living Colour amanhã, e quiser minha nobre companhia, me avisa. Este show sim, promete ser o mais competente dos últimos anos por aqui. E não teve abuso no preço nem choradeira como foi com os ingressos do CPF. R$40. Mais que justo, sem alarde, sem filas. Só não vou por falta de grana.

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 3:47 PM Comentários:



Terça-feira, Abril 20, 2004

Darkness

Nove da manhã. Insone noite passada, deu que acordei tarde. Olhei para ela a meu lado na cama. Que horas são? Nove. Beleza. Mais um pouquinho. Dormi, de novo. Tinha que ir na fundação cultural pegar um papelzinho, sei lá o quê. Vou amanhã.

Dez, levanto. Ela não está. Vou ligar a tevê. Cadê? Merda de controle remoto. Deve ter falhado. Não. Sem luz. Putz, vê se isso é hora de faltar luz? Maldita Copel. Ok. Muita calma nessa hora. Lá fora, cinza. Outonal sincero. Típico. Porra, tenho que tomar banho. Fazer a barba. Acabou a ressaca daquele jogo maldito de domingo. Hoje é terça. Chega. Trabalhar. Deve voltar logo. Café, não dá pra fazer. Cafeteira elétrica. Tá frio. Som, não dá pra ligar. É elétrico. Ok, violão. Ai, que chato. Vai banho frio mesmo. A barba que fique grande e grisalha, que dá até charme. Azar. Banho frio faz bem aos nervos, já dizia o don Pixote, do desenho animado.

Um berro. Dois. Jogo rápido. Fria. Muito fria a água. Mas que merda. Estes caras resolvem de arrumar um poste ou coisa que o valha logo num dia útil de manhã. Bem, a maioria da população não é notívaga e são onze horas, deve estar trabalhando. Eu é que sou um desajustado. Tivesse acordado mais cedo, teria pego a luz ligada e estaria de barba feita e trabalhando tranqüilo em meu escritório, depois de um oi pra secretária e um café quentinho. Já teria lido os jornais do dia e estaria escrevendo mantricamente um dos primeiros de muitos textos do dia.

Toca o telefone. O do quarto não atende, que tem alguma coisa elétrica nele. Corro pra sala. Bastam dois passos. Apartamento pequeno. É o cara da revista. Quer uma crônica. Valeu. Mas estou com frio. Pode me ligar mais tarde, no escritório ou no celular? Ok. Toca de novo. Caralho. Oi. Sou estudante da PUC e quero entrevistar você. Ai. Ok. Qual o tema? Criação. Ok. Liga de tarde. Eu te atendo. Pode ser? Putz, vai ser um dia longo.

Ponho um jeans, um tênis. Tiro os casacos da prateleira e estréio a moda outono/inverno 2004, versão 2003, que não sou disso. Na verdade, versão 1999, acho. Saio.

Engraçado, o elevador está funcionando. Então o prédio está com luz! Caralho. Pergunto pro porteiro. E daí? O que houve? Cortaram. Cortaram! Como? Tá aqui, no bilhetinho da Copel. Cortaram. R$78,90. Eu nem sabia.

Véspera de feriado. Isso quer dizer que mesmo que eu pague esta merda, só vão ligar quinta. Ela não atende o celular. Deve ter ido embora. Acho que desta vez não passa. Num feedback momentâneo, lembrei do movimento da cachorrinha num canto do quarto e, aliviado, vejo que ela não foi embora. Não fugiria sem ela. Mas ela não atende. Das duas uma: ou ela saiu antes do corte, ou saiu e esperou eu sair pra fugir depois. Ela é que tinha que pagar. Cuida dessas coisas. Por que não avisou? Não atende. Merda. Ridículo. Claro que ela não vai embora. Ela é que ia me expulsar, fosse o caso. Merda.

Dancing in the dark. Que beleza né, seu Flávio?

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 4:21 PM Comentários:



Segunda-feira, Abril 19, 2004

ressaca do corpo... ressaca moral... dor de cabeça. O Mário Sérgio é um filho da puta. ressaca... ressaca... ressaca...

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 3:04 PM Comentários:



Quinta-feira, Abril 15, 2004

A onda de vírus segue livre pela rede. Tá difícil. Recebi um mail da Claudia Bia, no endereço dela, certinho, em um endereço meu para o qual ela nunca escreveu. Impressionante. Ainda bem que estava em uma máquina com um antivírus massa que avisa e deleta tudo na hora. Caralho. Isso é uma merda.

...

Troquei de máquina no trabalho. Sou à moda antiga. Escrevo desde os tempos da máquina de escrever. Então sou acostumado, obviamente com teclados antigos, que tem que dar o shift para fazer cedilha, etc. Acontece que nesta máquina nova tá difícil, porque tem o maldito cedilha pronto e um monte de outros acentos, aspas, o diabo, em teclas diferentes. Coisa de mulherzinha. Fazem teclados para secretárias, não para redatores. Acabou a paz, o mundo está prestes a perder um escritor. Brincadeira, mas que é uma merda, é. Dizem que vende um plug que adapta o teclado antigo. Beleza. Até que já estou me acostumando. Mas não vá o leitor já duvidando da minha masculinidade, que dou porrada.

...

Sábado, quebradeira. Vou pegar a guitarra com o picareta lá da lojinha, no fim de tarde, espero que agora o treme-treme do cara arrume a bagaça de uma vez. Bom apelido pra guitarra: Bagaça. Estou apaixonado por ela.

...

Sem computador em casa ainda. Isso está atrapalhando minha produção literária. Grande bosta. Em compensação, ando lendo mais.

...

Acho que realmente Capitu traiu. Quando puderem, leiam uma crônica/ensaio do Dalton Trevisan, em seu livro de contos Dinorah. Ele prova por A mais B que realmente ela chifrou o pobre Bentinho. Engraçado que o cara (o Dalton) é tão genial que utiliza-se de um argumento muito simples: o do roteiro clássico, a partir da ótica do produtor do texto.

Simples: se em um filme, uma peça, uma história qualquer que seja, alguém coloca um rifle na parede, por exemplo, é porque vai usá-lo depois, no decorrer da história, muitas vezes de maneira determinante. Detalhes que tornam um roteiro bom, ou ruim, ou plausível, apenas. Dalton é um gênio. Como diria Cristóvão Tezza: não sou o melhor escritor nem da minha rua, porque tive o azar de ser vizinho desse desgraçado. Um dos maiores escritores vivos da inculta e bela língua portuguesa, sem dúvida.

Traiu sim. Podem crer.
...

Loucura hoje... show do opinião e do baaf, no 92.

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 3:29 PM Comentários:



Segunda-feira, Abril 12, 2004

O louco, o gênio e os dois

Pancadaria quinta. Bebedeira à flor da pele. Eu estava de aniversário e abrimos os trabalhos no bar Gata Comeu, com a galera da firma e diversos amigos. Eddie Vocatti, Flavinho, Pipo, Luis, Carla, Marili, Gustavo Portes. Fiquei devendo uma melhor performance na sinuca. Senti falta do Rubens, do Ivan, da Adri, do Carlão e família. Não consegui localizá-los. Ouvi dizer que o Carlão tava de mudança. Não atendiam o fone. O resto da moçada não pôde ir mesmo. Valeu.

No Motorrad, a festa continuou. Foi legal o carinho da moçada que ficou sabendo do meu completar de primaveras. Especialmente o Alberto e a Lícia, que compareceram em grande estilo, e as irmãs Tati e Xanda Lemos, mais o genial guitarrista Tile Douglas, que sempre demonstram grande consideração.

No palco, o Bad Folks fez um show como sempre por demais competente. Grande. Depois um canadense maluco que tocava bateria e guitarra ao mesmo tempo. Lances de genialidade e lances toscos, mas bacana no geral. Gostei do formato da banda Jazzie & os Vendidos. A filha do Hique Gomez, Clarah Averbuck, nas vozes e percussões, mais um cara no sax e guitarra e um grande cara, o Marcelo, com uma Gibson Les Paul maneira e tocando bumbo de batera ao mesmo tempo. Blues, Bluesy e R&B, bacana. Precisam ensaiar mais, mas animam qualquer festa, pode crer. O Marcelo é muito gente fina. Festão.

Enfim, bebedeira.

...

Seguinte, vamos supor que eu virei mega empresário do rock, nos anos setenta: vamos fazer um show do Led Zeppelin. Mas só que eu acho que o Led tem que entrar com outro guitarrista. Esse Jimmy Page já deu pra bola. Tá muito lento. Mas como? Led Zeppelin sem Jimmy Page? Você está louco?

Não, não estou. Mas o Mário Sérgio, que entrou com o time sem o Washington e Fernandinho, e depois tirou o Jadson, acha que é gênio. Eu avisei. Agora não adianta chorar. Só rezar. Domingo estarei lá embaixo, onde as leis são diferentes. Mas acho que a vaca foi pro brejo. Merda.

...

Puta tristeza essa merda de acidente que rolou com os caras do Extromodos. Trânsito. Fica aqui a lembrança pra quem dirige que nem louco de noite. Piazada nova, puta banda, um no hospital e outro no cemitério. Merda. Vai com Deus, Bira.

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 4:40 PM Comentários:



Terça-feira, Abril 06, 2004

Terça feira magra. Sábado que promete

Belo dia de sol, com tendências para chuva ao fim de tarde. Verão em pleno outono, quando os plátanos do Passeio Público já deviam estar anunciando sua chegada.

...

Pergunta que não quer calar lá em casa: será que o prometido aumento dos professores chega este mês? A Juliana está querendo matar o governador. É um problema lidar com assassinos em potencial dentro do lar. Mas que dá raiva, dá.

...

A festa de 10 anos do Roxinho está confirmada para dia 15 de maio, na sociedade Portuguesa. Quem viver, verá.

...

Acho que vamos fazer temporada no mês de junho no Aussie Bar. Legal estrear com temporada. Quatro quintas-feiras seguidas. O dinheiro dos cachês vai garantir a gravação do disco. Quase tudo certo. Vamos ver.

...

Acho que o Coxa leva. Sem querer dar moral pros bundões. É que eles têm mais time mesmo. Vou torcer normalmente, mas quase resignado com o bi dos caras.

...

Minha coluna no Rubronegronet mudou para as sextas. Quem ainda agüenta meus textos, e sobre futebol ainda, leia lá. Tem masoquista pra tudo neste mundo.

...

Fiz uma canção sobre um groove que o Alberto apresentou no ensaio que vai mobilizar multidões e mudar os rumos da música mundial em todos os tempos. Tá certo, se for pra ser ufanista, serei cá comigo. Mas que ficou do caralho, ficou.

...

O bom da Páscoa é que posso preparar um peixe daqueles. O que vou fazer dessa vez? Obra de arte, meus caros. Não vou repetir aquela pescada com pimentão e manga pra não humilhar. Prefiro cozinha experimental. Experimentar é tudo. Rumo ao mercado municipal, então. Sabadão, liguem pra mim que o mestre cuca aqui atende. Levem cervas. Lá em casa não cabe muita gente. Então, se alguém tiver um espaço pra oferecer seria melhor. Vou ver se combino com o Flavinho. Lembrando sempre que às seis da tarde já estarei rezando na curva de fundos do estádio rival. Vou levar o Flavinho junto, trazendo mais um para o nosso lado.

...

Quem não leu Pico na Veia , do Dalton, deve ler urgente. É duca.

...

Domingo, depois do jogo, eu o Gustavo Portes fomos no Lino, onde tinha uma banda chamada Dead Anybal Kury. Pra quem é de fora, e não sabe de quem se trata, melhor nem explicar. Troféu quebradêra pros caras. ha ha ha.

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 3:25 PM Comentários:



Sexta-feira, Abril 02, 2004

Sabadaço

Tomei vergonha na cara e levei a guitarra pra arrumar, que sabadão é dia de quebradeira. Óbvio que o sol que nunca brilha na cidade onde nunca faz sol, mesmo quando o sol está ali, resolveu de dar as caras com toda a força bem quando eu estava atravessando o centro a pé, com aquele peso nas costas. Foda.

O pior não foi isso. Deixei numa lojinha que descobri ali na Barão do Cerro Azul, perto do Unificado da Treze. A casa do Acordeón. Achei estranho já de cara, mas dizia que promoviam reparos em instrumentoe e entrei. Era só uma pecinha, pequena, coisa e tal. Mas o cara que veio me atender tinha mal de parkinson. Aquilo só pode ser mal de parkinson. Qualquer pessoa que trema mais do que eu quando estou de ressaca tem que ter mal de parkinson. Não é possível. Até aí tudo bem. Não gosto que abram meus instrumentos sem minha presença e subi na oficina com o cara. Pior: é ele que arruma. Como o cara ia conseguir, tremendo daquele jeito? Coisinhas minúsculas, fiozinhos, parte elétrica. Bem, deixei lá a porra. Vou pegar daqui a pouco. Vai saber. Vintão. Achei caro, mas...

...

Vou me animar a ir no jogo com o Londrina domingo. O clima não anda muito bom lá, Adriano e Dago não jogam, mas...

...

Sabadão de manhã, antes de ir para o ensaio, é a hora do vinil lá em casa (antes era de tarde, mas com os ensaios, agora é mais cedo, mesmo). Porra, como é bom. No gatilho: Dollitle, do Pixies; Changes Two Bowie; Rain Dogs, do Tom Waits; Blitz 3; Cinema Mudo, do Paralamas. Yeah! Rastaman Vibration do Bob Marley para lavar a louça e está feita a festa. Quer dizer, está feita a faxina.

postado por: FLÁVIO JACOBSEN 5:43 PM Comentários:




arquivo